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Você não conhece a cidade, não sabe
exatamente quais são as ruas mais perigosas e os horários que
os ladrões gostam de agir. Sim, quem
está viajando teoricamente é bem mais vulnerável para assaltos,
roubos ou crimes piores. Mas ninguém
deve deixar de viajar por causa disso. É só tomar alguns
cuidados básicos e colocar o pé na
estrada. Veja algumas dicas:
Siga os hábitos da população local.
Peça dicas para os funcionários do hotel e os amigos que tiver no
local.
Na rua, não faça cara de perdido nem de turista.
Mantenha jóias, dinheiro, passagem e passaporte no cofre do hotel.
Ande com uma cópia do documento na bolsa.
Prefira cartão de crédito a dinheiro vivo e tome muito cuidado com a
chave de seu quarto.
Tenha sempre à mão alguns telefones úteis para o caso de emergência
(de seu médico, parentes,
cartão de crédito, gerente do banco
etc.)
Acidentes
Não andar à noite em ruas escuras nem passar por locais onde o
índice de perigo é maior.
Acidentes acontecem, fazem parte da vida, mas é dever dos
fornecedores (hotéis, operadoras
especializadas em atividades de
aventura e parques, por exemplo) cumprirem regras mínimas de
segurança para evitar que eles
aconteçam. Caso aconteçam acidentes, é essencial estar preparado
para proteger a vida e a saúde dos
turistas, com equipamentos, funcionários treinados e remoção
de hóspedes feridos.
Por isso não se acanhe: denuncie se encontrar algo errado, que possa
comprometer para sempre suas férias.
A ONG Férias Vivas
www.feriasvivas.org.br recebe denúncias, ajuda a fiscalizar o
cumprimento da legislação
e orienta os consumidores em dúvida.
Já para quem possui filhos pequenos, a ONG Criança Segura
www.criancasegura.org.br dá dicas de
prevenção e faz campanhas para evitar
acidentes, por exemplo, mostrando a forma de transportar
as crianças em carros.
Executivos
Os principais hotéis do Rio e de São Paulo têm suas estratégias
próprias para combater a violência.
Seguranças à paisana, controle do
fluxo de entrada e saída, câmeras e até esquadrões anti-bomba
são algumas das medidas usadas por
muitos deles. Alguns hotéis cariocas, apesar de não confirmarem
oficialmente, também empregam pessoas
de comunidades carentes próximas como uma espécie de
“pacto” para não pôr em risco a
segurança dos hóspedes.
Segurança corporativa
As sugestões de especialistas para evitar transtornos numa viagem de
negócios:
Checar se os documentos, passaporte e vistos estão em dia.
Estudar o destino para onde está viajando, se é preciso fazer alguma
especificidade antes do embarque
(por exemplo, tomar uma vacina).
Cuidado redobrado com as malas nos lobbies de aeroportos e hotéis.
Ao pegar táxis de aeroportos ou hotéis, sempre optar por empresas
conhecidas e/ou cadastradas e colocar
os objetos de valor no porta-malas.
Evitar seguranças de fora da cidade ou do país em que está viajando.
Melhor contar com especialistas locais, que conhecem as
particularidades da cidade (de preferência,
low profile). Contratar uma
consultoria de segurança.
O nível de segurança pretendido cresce de acordo com o orçamento.
Se precisar de muita segurança, não pense em economizar.
Grandes deslocamentos representam maiores riscos, já que os
executivos vão ficar mais tempos expostos.
Em viagens curtas, é recomendável o
uso da classe econômica, para não chamar a atenção.
Em viagens com muitas pessoas de uma mesma empresa, os diretores
costumam embarcar em mais de
um avião, separados, para evitar que
toda a equipe tenha problema em caso de imprevisto com alguma
das aeronaves.
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